Controle de Pragas Urbanas na Indústria: como atender às normas e evitar não conformidades
- Fernanda Malta
- 3 de nov. de 2025
- 4 min de leitura

O controle de pragas urbanas é um dos pilares fundamentais da segurança e da qualidade na indústria moderna. Muito além de uma exigência legal, ele é um requisito essencial para proteger o consumidor, manter a integridade da produção e garantir a reputação das marcas. Em setores como o alimentício, farmacêutico, logístico e de armazenamento, qualquer falha nesse controle pode gerar consequências graves — contaminações, interdições, prejuízos financeiros e perda de credibilidade.
A importância do controle de pragas na indústria
As indústrias são ambientes propícios à proliferação de pragas urbanas: há disponibilidade de alimentos, abrigos e vias de acesso. Roedores, baratas, formigas, moscas, cupins e escorpiões são apenas alguns dos invasores que encontram nesses locais condições ideais para se multiplicar. Além do risco sanitário, a presença desses animais comprometem equipamentos, estruturas, embalagens e matérias-primas.
De acordo com dados internacionais, até 60% das empresas de processamento de alimentos relatam perdas financeiras anuais por contaminação causada por pragas urbanas, podendo atingir até 9% do faturamento. Além disso, 80% dos consumidores afirmam que deixariam de comprar produtos de uma marca envolvida em casos de contaminação. O impacto vai muito além do problema sanitário — ele afeta a confiança, o valor de mercado e a reputação da empresa.
Os riscos legais e os danos à imagem
No Brasil, as indústrias estão sujeitas à fiscalização sanitária federal, estadual e municipal. No Estado de Goiás, a Lei nº 20.598/2019 e a Resolução SES nº 25/2022 regulam o funcionamento das empresas de controle de pragas urbanas e determinam que todos os estabelecimentos industriais mantenham registros técnicos atualizados de dedetização.
Empresas que não cumprem as normas correm o risco de receber autuações, multas e interdições, além de sofrer perdas comerciais e elevação no custo de seguros. Falhas em auditorias também podem comprometer certificações e contratos com grandes redes de varejo e exportação, que exigem comprovação documental de controle sanitário contínuo.
As pragas mais comuns em ambientes industriais
Os tipos de pragas mais recorrentes em ambientes industriais são:
• Roedores (ratos e camundongos): causam contaminação e danos a cabos, painéis e alimentos.
• Baratas: transportam bactérias e se abrigam em frestas e drenos.
• Formigas: podem carregar microrganismos patogênicos.
• Moscas: transmitem agentes infecciosos e comprometem o ambiente produtivo.
• Cupins: danificam estruturas, paletes e embalagens.
Essas pragas se aproveitam de falhas estruturais, resíduos alimentares e acúmulo de umidade. Uma vez instaladas, são de difícil erradicação e exigem um programa contínuo de controle.
O que dizem as normas e certificações
Em Goiás, as exigências sanitárias são complementadas por padrões nacionais e internacionais. A Anvisa exige que todas as empresas de alimentos sigam as Boas Práticas de Fabricação (BPF), que incluem o controle de pragas como etapa obrigatória do autocontrole.
Em nível global, as certificações ISO 9001 (Gestão da Qualidade) e ISO 14001 (Gestão Ambiental) reconhecem o compromisso das empresas com a padronização, rastreabilidade e segurança dos processos — e o controle de pragas urbanas faz parte direta dessas avaliações.
Auditorias nacionais e internacionais avaliam:
• Existência de um plano formal de controle de pragas;
• Registros técnicos atualizados das aplicações;
• Monitoramento constante dos pontos críticos;
• Relatórios assinados por responsável técnico habilitado;
• Conformidade com produtos aprovados pela Anvisa e órgãos ambientais.
Boas práticas para o controle de pragas na indústria
Para evitar não conformidades, o controle de pragas deve ser tratado como um processo contínuo, integrado ao sistema de gestão da empresa. Entre as boas práticas mais eficazes estão:
• Barreiras físicas: instalação de telas, vedação de ralos e portas;
• Saneamento ambiental: limpeza e descarte correto de resíduos;
• Monitoramento e registros obrigatórios: relatórios técnicos e fichas de aplicação;
• Treinamento da equipe: conscientização sobre sinais de infestação;
• Uso de tecnologias seguras: armadilhas luminosas e iscas monitoradas;
• Auditorias internas: inspeções regulares para prevenir não conformidades.
Erros comuns que levam à não conformidade
Muitos estabelecimentos industriais ainda tratam o controle de pragas como um serviço pontual, contratando dedetizações eventuais apenas quando a infestação se torna visível. Essa abordagem reativa é um dos erros mais graves e pode levar à perda de certificações.
Outros erros incluem:
• Ausência de relatórios técnicos exigidos pela vigilância sanitária;
• Falta de plano contínuo de controle;
• Uso de produtos sem registro na Anvisa;
• Falta de barreiras físicas e limpeza preventiva;
• Contratação de empresas não certificadas.
Como escolher uma controladora de pragas confiável
A empresa contratada deve possuir licenciamento estadual, responsável técnico habilitado, certificações ISO 9001 e 14001 e capacidade de emitir relatórios técnicos completos. Também é fundamental que siga as normas locais e utilize produtos biodegradáveis e seguros para o ambiente industrial.
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